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Sobre

Olá, tudo bem? Eu me chamo Pablo Espíndola e sou um especialista em copywriting, ou seja, na comunicação persuasiva.

Mas antes de me tornar um copywriter profissional eu era professor universitário e dava aula nos cursos de Hotelaria, Turismo e Administração.

Faço aqui abaixo uma breve reflexão das minhas experiências de vida para que você perceba a sintonia da minha jornada com o copywriting.

Você vai ver a forte conexão do copywriting com meu propósito de vida.

E vai descobrir como e quando o copywriting entrou na minha vida e porque o Copy Sniper existe.

Preparado?

Então vamos lá.

Um dos valores que herdei fortemente dos meus avós (paterno e materno)

e também dos meus pais, foi a questão da hospitalidade (ter o prazer e a

habilidade de acolher, receber, entreter e conviver harmoniosamente com as pessoas).

Basta passar um momento com minha família e a experiência prazerosa da hospitalidade

será sentida na pele e, os mais sensíveis, também sentirão no coração.

Certas pessoas e famílias aprendem a ser hospitaleiras, mas no meu caso, isso veio de sangue.

Ninguém me ensinou. Apenas observei a hospitalidade dos meus familiares e naturalmente agia da mesma forma.

Pulando vários anos, chegamos ao ano de 2001. Ano em que me formei.

Adivinha em que?

As chances maiores era em algo cuja hospitalidade se fizesse plenamente presente.

Então se você pensou Hotelaria, acertou em cheio.

Durante a faculdade, realizada na cidade de Canela-RS, fiz amizades com colegas de vários cantos do país e também do exterior.

Meu primeiro estágio foi internacional, quero dizer, fiz num Resort nos Estados Unidos. Este mesmo da foto aqui abaixo.

Aquela foi uma inesquecível experiência no qual exerci a hospitalidade com pessoas das mais variadas nacionalidades.

Já o meu segundo estágio ocorreu em Porto Alegre, cidade onde morava, e mais precisamente na rede Intercity.

Antes de eu me formar eu já tinha sido contratado para trabalhar na Rede Blue Tree.

Nessas diferentes experiências profissionais pude exercer e fortalecer, diariamente, a hospitalidade.

Passados alguns anos, outro gosto herdado de família tomou conta de mim. Era o empreendedorismo.

Acabei saindo da hotelaria e fui empreender na área de prestação de serviço. Tive minha própria empresa chamada Arte Nobre.

Profissionalmente a experiência não foi a das melhores, mas pessoalmente soube tirar grandes lições e aprendizados.

Em outras palavras, aprendi o que não fazer na hora de empreender.

Encerrada, momentaneamente, minha fase empreendedora, logo em seguida despertou em mim a questão da docência.

E, logicamente, isso também teve forte influência familiar. Pra você ter uma ideia, tenho vários professores na família.

Desde o meu tempo de colégio eu sempre gostei de apresentar trabalhos e assumir atividades semelhantes ao que fazia um professor.

Esse gosto também se confirmou durante a minha graduação e posteriormente nas 3 pós-graduações que cursei.

Como você deve estar imaginando, acabei me tornando um professor.

Meu desejo era dar aula no ensino superior e por isso fui fazer um mestrado acadêmico. Optei por fazer o mestrado em Turismo.

Na hora de elaborar o meu projeto de pesquisa, eu tinha em mente duas áreas de maior interesse. Hospitalidade e Empreendedorismo.

Percebendo que o empreendedorismo rapidamente estava ganhando força e importância nos cursos superiores, optei por me tornar

mestre em Turismo com habilitação em Empreendedorismo.

Então assim, dediquei dois anos de minha vida estudando profundamente a temática.

Um dos resultados desse estudo está aqui.

Esse link vai levar você diretamente para a minha dissertação de mestrado. A propósito, ela teve a nota máxima e com louvor 🙂

Ressalto que, antes, durante e após o mestrado, acabei fazendo vários cursos na área do empreendedorismo, entre eles o famoso Empretec.

Participei também de inúmeros outros treinamentos, congressos e palestras sobre empreendedorismo.

Cheguei até apresentar artigos científicos no qual o empreendedorismo aparecia como objeto de estudo.

Antes mesmo de trabalhar no ensino superior, eu tive duas riquíssimas experiências no ensino do empreendedorismo.

Uma delas ocorreu no programa chamado Junior Achievement.

Fui facilitador do programa Miniempresa e também ajudei a disseminar voluntariamente o empreendedorismo em várias escolas públicas de Porto Alegre.

Outro programa que também possibilitou a disseminação do empreendedorismo foi o Trilha Jovem.

Aqui atuei como professor e coordenador pedagógico do programa que era organizado pelo Instituto de Hospitalidade e contava com o apoio do Ministério do Turismo.

Como professor universitário acabei lecionando várias disciplinas, entre elas – é claro, a de empreendedorismo.

O que tudo isso tem a ver com copywriting?

Em seguida tudo vai ficar mais claro.

Nesse momento é importante eu destacar que essas experiências desenvolveram bastante algumas habilidades necessárias a um copywriter, em especial:

A escrita, a pesquisa, o estudo, a análise, a revisão, o planejamento, a criatividade e a inovação.

Por trás desse entusiasmo pelo empreendedorismo havia o claro entendimento, para mim,

que o Empreendedorismo é capaz de gerar riquezas não apenas diretamente para o empreendedor, mas também para todas pessoas e comunidades que o negócio do empreendedor atinge.

Além dessa perspectiva, semelhante a Teoria da Corrente do Bem, eu me entusiasmava por estudar os empreendedores, em especial, os empreendedores de sucesso.

Grande parte do meu estudo foi para identificar as habilidades e os comportamentos mais comuns encontrados entre os empreendedores de sucesso.

Outro interesse que eu tinha era saber porque, em semelhantes situações econômicas, políticas, sociais e culturais um empreendedor tem sucesso e outro fracassa.

Somente quando eu tive toda essa bagagem de conhecimentos e experiências que minha missão de vida ficou mais clara para mim.

No fundo o que eu mais desejo é:

Causar impactantes transformações positivas na vida das pessoas.

Para mim, ser hospitaleiro é um primeiro e essencial passo para isso acontecer.

Ser hospitaleiro vai muito além da questão do acolher, receber, entreter e conviver.

A hospitalidade implica saber entender, compreender e ouvir com respeito e amor o próximo.

Sem essa base não há como pensar na possibilidade de causar transformações positivas.

E quando se pensa em causar transformações impactantes, no meu entendimento, não há nada tão exitoso e eficiente como um agir empreendedor.

Aqui eu me refiro a uma ação que sabe identificar, agarrar e transformar problemas e situações em soluções e negócios.

Imagine agora como seria um empreendedor agindo dentro dos valores da hospitalidade.

Para mim, essa possibilidade e perspectiva é possível e me arrepia, de verdade.

Pois bem.

Como professor universitário eu tive oportunidade de trabalhar e explorar essas questões.

Em outras palavras, modestamente, eu conseguia colocar em prática a minha missão.

Com o passar do tempo eu desejei extrapolar essa experiência para além das salas de aula.

Atuando como professor eu ficava incomodado com o limitado alcance do meu trabalho.

Matutando sobre essa questão, foi questão de tempo para eu descobrir o marketing digital.

Infelizmente, eu já estava fora da universidade quando o marketing digital nasceu pra mim.

Logo em seguida, conheci um novo tipo de empreendedor (Foi amor à primeira vista).

O nome dele era: empreendedor digital.

Me refiro ao empreendedor que desenvolve um modelo de negócios para oferecer um produto ou serviço através da internet.

Eu fiquei muito entusiasmado ao me deparar com inúmeros empreendedores digitais que estavam impactando a vida

de milhares de pessoas, a partir dos seus produtos e serviços oferecidos pela internet.

E, logicamente, eu queria fazer o mesmo.

Comprei vários cursos de marketing digital sem saber direito o que lançar. Na verdade, eu não identifiquei algo que fizesse o meu coração bater mais forte.

Me lembro que eu ficava mais empolgado com os negócios de outros empreendedores, do que com as minhas próprias ideias de negócio.

Certa vez eu estava assistindo ao CONAED (Congresso Nacional de Empreendedorismo Digital) e foi nessa ocasião que eu ouvi falar, pela primeira vez, na palavra copywriting.

Mais exatamente isso ocorreu na palestra do, hoje meu amigo, Rafael Albertoni. Um dos maiores copywriters do Brasil.

Aquela palestra, ocorrida no início de 2014, mexeu demais comigo.

Desde aquele momento comecei a devorar tudo o que aparecia na minha frente sobre copywriting.

Da mesma forma que eu tinha muito interesse em estudar e entender os empreendedores de sucesso, passei a me interessar em conhecer os fatores que levam as pessoas a tomarem uma ação, a partir de algo que leram, ouviram ou assistiram.

Depois daquela palestra, comecei a seguir cada passo que o Rafael Albertoni dava na internet.

Até que, em agosto de 2014, o Rafael abriu o primeiro curso do Brasil para formação de copywriter profissional.

E desta vez o meu coração disparou de verdade.

Era tudo o que eu mais queria. Me tornar um copywriter profissional.

Eu via claramente nesta oportunidade a possibilidade de eu, através do copywriting, causar impactantes transformações positivas na vida das pessoas.

Para isso bastava eu me aliar a empreendedores digitais que criassem produtos ou serviços com semelhante propósito.

E mais, eu sabia da possibilidade de, via empreendedorismo digital, atingir o maior número possível de pessoas.

Além disso, muitas das habilidades e conhecimentos necessários a um copywriter profissional eu já tinha afinidade, familiaridade e desenvolvido.

Foi então com muita vontade, garra, paixão e interesse que eu me inscrevi e fiz o curso de copywriter profissional.

Os conteúdos que aprendi não me decepcionaram. Muito pelo contrário. Me fizeram buscar outros conhecimentos para complementar meu aprendizado.

Estou falando de cursos, palestras e pesquisas que fiz referente a PNL, Neuromarketing, Vendas, Marketing, Persuasão e Comportamento do Consumidor.

 

No final do ano de 2014 eu comecei a atuar profissionalmente como copywriter.

Incialmente eu acabei fazendo parte de empresas que já tinham autoridade no Marketing Digital.

Foram ocasiões em que adquiri muita experiência prática ao escrever copies dos mais variados serviços de copywriting.

E, paralelamente, sempre que possível, atuava como freelance atendendo outros clientes, mas nem sempre havia tempo disponível para isso.

Outro ponto importante é que, ao fazer parte de uma equipe, você acaba se engajando com um propósito que não foi você que criou.

Isso não chega a ser problema, desde que você esteja afinado com a missão da empresa.

Agora, quando você tem um forte desejo de seguir sua própria missão, de fazer a sua obra por conta própria e de compartilhar a sua arte

com diferentes empreendedores, o voo solo é o único caminho possível.

Já tendo adquirido uma boa bagagem teórica e prática sobre copywriting, me sentia bem preparado para realizar meu voo solo.

Em novembro de 2016 comecei a estruturar o que veio a nascer efetivamente em janeiro de 2017, o Copy Sniper.

 

Como razão de existência está o seguinte propósito:

“Através das minhas copies quero causar impactantes transformações positivas na vida das pessoas, via empreendedorismo digital, de forma a atingir o maior número possível de pessoas”

 

 

 

 

 

 

Neste post aqui, explico a escolha do nome Copy Sniper.

Em suma, eu quero ser o catalisador nas vendas dos infoprodutos, mais especificamente, aqueles capazes de causar uma transformação positiva na vida de muitas pessoas.

E agora eu faço minhas, as palavras de um famoso copywriter norte-americano chamado Eban Pagan, que disse o seguinte:

“Se o seu produto é ético, moral e ajuda as pessoas, vou fazer de tudo para vender, persuadir… Pois vou estar ajudando as pessoas a chegar a um futuro maior para elas”.

Se o seu propósito está conectado ao meu, juntos nós podemos somar nossas expertises e causar grandes transformações na vida das pessoas.

Nesta minha apresentação acabei omitindo alguns gostos, interesses e práticas que também dizem muito a respeito de mim como, por exemplo,

a prática diária da meditação;

um agir profissional e pessoal baseado num estilo High Stakes;

as corridas frequentes que faço semanalmente;

um interesse apaixonante por aviação;

um lado religioso e familiar muito forte;

Por falar em família, este é meu porto seguro.

A minha amada mulher e meus dois amados e lindos filhos são minha inspiração diária.

O apoio e a torcida que sempre tive deles, junto com minha fé em Deus, são meu combustível na vida e nos negócios.

Sem eles, tudo seria mais difícil e sem sentido.

Neste momento, me sinto mais confortável para dizer que tenho um vício. Meu vício é o da leitura.

Uma admiração pelas obras do filósofo Sérgio Cortella, do doutor Deepak Chopra, do psiquiatra e escritor e Augusto Cury…..   entre outras atrações.

Quem sabe, em alguma oportunidade, se houver algum interesse mútuo não trocamos experiências.

Aliás, amo aprender e compartilhar conhecimentos e experiências de vida. Coisa de quem tem a docência na veia.

De momento era isso.

Deixo um forte abraço.

Pablo Espíndola

(copypabloespindola@gmail.com)

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